As exportações agrícolas da Jordânia no primeiro semestre de 2026 aumentaram 14% em relação ao ano anterior, com crescimento significativo nas exportações de vegetais, frutas, ovos e gado vivo, refletindo o aumento da competitividade agrícola no Oriente Médio e os resultados da modernização econômica.
A compra de soja dos EUA pela China desencadeou uma recuperação no mercado, por trás da qual está a preocupação com um super El Niño no Brasil no próximo ano. A competitividade das exportações de soja do Brasil caiu temporariamente, mas as vantagens estruturais agrícolas de longo prazo ainda existem.
As taxas de boas condições da soja e do milho nos EUA aumentaram, a classificação do trigo de inverno melhorou, e a pressão sobre a oferta global foi aliviada, o que pode reduzir os preços. O Brasil, como maior exportador de soja, enfrenta desafios de concorrência crescente e queda nos preços nas suas exportações agrícolas, mas a desvalorização cambial e a forte demanda oferecem algum alívio.
A dependência da China em relação aos produtos agrícolas dos EUA continua a diminuir, e o Brasil, com sua capacidade de produção de soja e vantagens de custo, tornou-se o maior beneficiário. O artigo analisa como essa mudança consolida a posição do Brasil no comércio agrícola global e explora seu impacto na economia, nos investimentos e na competitividade de longo prazo do país.
A volatilidade dos preços internacionais do petróleo, as expectativas de redução das tarifas de importação de produtos agrícolas na China, bem como o clima e o andamento do plantio, moldaram em conjunto a formação dos preços globais dos grãos. Para o Brasil, a importância central desses fatores não está nas oscilações de preços de curto prazo, mas em saber se suas exportações de soja e milho poderão continuar sustentando a receita cambial do agronegócio com custos mais baixos, fornecimento estável e maior poder de barganha, além de reforçar ainda mais o papel do Brasil na cadeia global de proteínas e rações.