As exportações agrícolas da Jordânia no primeiro semestre de 2026 aumentaram 14% em relação ao ano anterior, com crescimento significativo nas exportações de vegetais, frutas, ovos e gado vivo, refletindo o aumento da competitividade agrícola no Oriente Médio e os resultados da modernização econômica.
O Ocidente busca diversificar o fornecimento de terras raras, e o Brasil se destaca por possuir a segunda maior base de recursos de terras raras do mundo e pelo projeto de argila iônica. Este artigo analisa o potencial econômico, os desafios e o papel global da indústria de terras raras brasileira.
APM Terminals concluiu a construção de um terminal de contêineres totalmente elétrico no Porto de Suape, no Brasil, aumentando a capacidade de movimentação em 55%. Este artigo analisa como esse investimento está remodelando o panorama logístico brasileiro, impulsionando o Nordeste como um novo polo do comércio global, e avalia seus impactos de longo prazo na agricultura, na indústria manufatureira e na economia regional.
Malta está passando de "ilha blockchain" para um ecossistema mais amplo de finanças digitais. Este artigo analisa sua estrutura econômica, evolução regulatória e oportunidades industriais, explorando como pequenas economias podem manter a competitividade por meio do equilíbrio entre especialização e regulação.
Analisar o impacto da estabilidade da manufatura dos EUA na economia brasileira, interpretando como o Brasil deve responder sob as perspectivas de exportação, concorrência, investimento e política.
As taxas de boas condições da soja e do milho nos EUA aumentaram, a classificação do trigo de inverno melhorou, e a pressão sobre a oferta global foi aliviada, o que pode reduzir os preços. O Brasil, como maior exportador de soja, enfrenta desafios de concorrência crescente e queda nos preços nas suas exportações agrícolas, mas a desvalorização cambial e a forte demanda oferecem algum alívio.
Islândia, desde a crise financeira de 2008, construiu um ecossistema fintech baseado na confiança e em energias renováveis, através do fortalecimento da regulação, digitalização e estrutura de open banking. O artigo analisa a lógica econômica dessa transformação, os principais beneficiários da indústria e a competitividade de longo prazo.
A zona do euro desacelerou sob o choque dos preços da energia; isso não é apenas um problema interno da Europa, mas também se transmite ao Brasil por meio das commodities, da taxa de câmbio, do ambiente de financiamento e da demanda externa. Este artigo reconstrói, a partir das perspectivas das exportações brasileiras, da energia, da agricultura e dos fluxos de capital, o significado dessa desaceleração para a economia do Brasil.
O Brasil está avaliando as primeiras atividades de mineração submarina e incluindo Vale e Petrobras em um quadro de coordenação. Seu significado não está apenas em adicionar novas fontes de minerais, mas em a tentativa do Brasil de combinar sua capacidade em petróleo e gás em águas profundas, sua experiência no setor de mineração e o financiamento de desenvolvimento nacional, antecipando-se para se posicionar em minerais raros, tecnologia oceânica e segurança de recursos de longo prazo.
A volatilidade dos preços internacionais do petróleo, as expectativas de redução das tarifas de importação de produtos agrícolas na China, bem como o clima e o andamento do plantio, moldaram em conjunto a formação dos preços globais dos grãos. Para o Brasil, a importância central desses fatores não está nas oscilações de preços de curto prazo, mas em saber se suas exportações de soja e milho poderão continuar sustentando a receita cambial do agronegócio com custos mais baixos, fornecimento estável e maior poder de barganha, além de reforçar ainda mais o papel do Brasil na cadeia global de proteínas e rações.
O PIB do Brasil no primeiro trimestre cresceu 1,1% em relação ao trimestre anterior, com o consumo e o investimento tornando-se os principais sustentáculos, enquanto a agricultura e a indústria extrativa também forneceram impulso pelo lado da oferta. Mais importante, esta rodada de recuperação mostra que a economia brasileira ainda se apoia em dois motores: a recuperação da demanda interna e as exportações de recursos, mas suas restrições estruturais também não desapareceram.