Este artigo baseia-se na Perspectiva Econômica do Brasil de fevereiro de 2026 da Deloitte, partindo da divergência entre a desaceleração do crescimento e o boom do emprego, analisa riscos estruturais como fiscal, taxas de juros, diferenciação setorial e dependência de exportações, e projeta as principais dinâmicas e lógicas de investimento para os próximos cinco anos.
O mercado brasileiro de manufatura de enchimento e acabamento deve crescer a uma taxa anual de 9,3%. Este artigo interpreta seu significado para a transformação da estrutura econômica do Brasil sob as perspectivas de atualização industrial, lógica de investimento e potencial de exportação.
Com base na mais recente perspectiva da Deloitte, interpretando as contradições estruturais da economia brasileira em desaceleração: crescimento impulsionado pelas exportações agrícolas, indústria e investimento sob pressão, e dilemas fiscais e de taxas de juros ainda não resolvidos.
O governo brasileiro prevê que os investimentos em petróleo e gás até 2032 cheguem a US$ 83,5 bilhões, mas um portfólio de investimentos mais amplo mostra que o país está passando de exportador de recursos para uma estrutura econômica diversificada. Este artigo interpreta a lógica industrial e o significado de longo prazo por trás desse ciclo de investimentos.
A demanda global de grãos está migrando da China para a ASEAN, o Norte da África e a América Latina. Será que a agricultura brasileira conseguirá aproveitar as novas oportunidades e se livrar da dependência de um mercado único? Este artigo analisa a próxima lógica de crescimento da agricultura brasileira sob as dimensões industrial, de exportação e de investimento.
Este artigo analisa como as pressões tarifárias dos EUA impulsionam a diversificação da economia brasileira, aprofundam a cooperação com a China e constroem um cenário de comércio e investimento mais resiliente.
O choque do preço do petróleo está sendo totalmente transmitido por meio dos custos de alimentos, logística e produtos industriais, reduzindo o espaço para cortes de juros pelo Banco Central do Brasil, e a inflação de alimentos se torna uma variável-chave que afeta o sustento da população e a política.
A partir do diálogo acadêmico da Apex-Brasil, reavaliar o impacto do acordo UE-Mercosul na estrutura econômica do Brasil: agricultura beneficiada, indústria sob pressão, o acordo não é apenas uma questão comercial.
Como o PIX, em cinco anos, reestruturou o ecossistema financeiro do Brasil e gerou uma onda de superaplicativos, tornando-se um novo modelo para a economia digital da América Latina.
O governo brasileiro prevê que os investimentos em petróleo e gás atinjam 83,5 bilhões de dólares até 2032, representando quase um terço do total de investimentos em energia e mineração. Este artigo analisa, sob a perspectiva da transformação da estrutura econômica, como essa onda de investimentos pode remodelar o modelo de crescimento do Brasil, consolidar sua posição global no setor energético e desafiar os riscos da dependência de recursos.
A receita da mineração do Brasil cresceu 10,3% em 2025, com a Vale retomando a produção de minério de ferro para 336 milhões de toneladas, enquanto os negócios de cobre e níquel permanecem fortes. O artigo analisa como o setor mineral está se transformando após o desastre da barragem de rejeitos, com investimentos em minerais críticos superiores a US$ 21 bilhões, e o impacto de longo prazo do influxo de capital internacional na estrutura econômica brasileira.
O mercado brasileiro de computadores de automação embarcada deve crescer de 7 a 9% entre 2026 e 2035, com alta dependência de importações, mas os setores de semicondutores e fabricação de precisão são os que mais crescem. Isso marca a transformação da indústria manufatureira brasileira da montagem tradicional para a automação de alto valor agregado, oferecendo oportunidades de substituição de importações e produção local para investidores.
A cadeia de suprimentos global está passando por profundas transformações, como a difusão do RFID, a escassez de hélio, a experimentação com robôs humanoides, os desafios nos armazéns e a reestruturação da logística reversa. Como o Brasil é um exportador de commodities e uma base industrial emergente, como essas tendências afetarão sua competitividade industrial e oportunidades de investimento? Este artigo reinterpreta a partir da perspectiva econômica brasileira, revelando as oportunidades estruturais trazidas pela inteligência logística, segurança de gases industriais, automação avançada e economia circular.
As exportações agrícolas da Jordânia no primeiro semestre de 2026 aumentaram 14% em relação ao ano anterior, com crescimento significativo nas exportações de vegetais, frutas, ovos e gado vivo, refletindo o aumento da competitividade agrícola no Oriente Médio e os resultados da modernização econômica.
O Ocidente busca diversificar o fornecimento de terras raras, e o Brasil se destaca por possuir a segunda maior base de recursos de terras raras do mundo e pelo projeto de argila iônica. Este artigo analisa o potencial econômico, os desafios e o papel global da indústria de terras raras brasileira.
APM Terminals concluiu a construção de um terminal de contêineres totalmente elétrico no Porto de Suape, no Brasil, aumentando a capacidade de movimentação em 55%. Este artigo analisa como esse investimento está remodelando o panorama logístico brasileiro, impulsionando o Nordeste como um novo polo do comércio global, e avalia seus impactos de longo prazo na agricultura, na indústria manufatureira e na economia regional.
Malta está passando de "ilha blockchain" para um ecossistema mais amplo de finanças digitais. Este artigo analisa sua estrutura econômica, evolução regulatória e oportunidades industriais, explorando como pequenas economias podem manter a competitividade por meio do equilíbrio entre especialização e regulação.
Analisar o impacto da estabilidade da manufatura dos EUA na economia brasileira, interpretando como o Brasil deve responder sob as perspectivas de exportação, concorrência, investimento e política.
As taxas de boas condições da soja e do milho nos EUA aumentaram, a classificação do trigo de inverno melhorou, e a pressão sobre a oferta global foi aliviada, o que pode reduzir os preços. O Brasil, como maior exportador de soja, enfrenta desafios de concorrência crescente e queda nos preços nas suas exportações agrícolas, mas a desvalorização cambial e a forte demanda oferecem algum alívio.
Islândia, desde a crise financeira de 2008, construiu um ecossistema fintech baseado na confiança e em energias renováveis, através do fortalecimento da regulação, digitalização e estrutura de open banking. O artigo analisa a lógica econômica dessa transformação, os principais beneficiários da indústria e a competitividade de longo prazo.